Prefeito de Coroatá é investigado pela PGJ por suposto crime de responsabilidade
O prefeito de Coroatá, Edimar Vaqueiro, é alvo de inquérito da Procuradoria Geral de Justiça (PGJ) que apura suposto crime de responsabilidade e fraude em licitação. A investigação, sob comando da promotora Lícia Muniz, analisa irregularidades em pregões e adesões a atas de preço
Prefeito de Coroatá é investigado pela PGJ por suposto crime de responsabilidade
O prefeito de Coroatá, Edimar Vaqueiro, é alvo de um inquérito instaurado pela Procuradoria Geral de Justiça (PGJ) que apura suposto crime de responsabilidade e fraude em licitação. A investigação está sob o comando da assessora especial da PGJ, promotora Lícia Muniz.
O que a investigação apura?
O procedimento investigatório analisa a possível prática de crimes licitatórios, com base nos artigos 337-E a 337-L do Código Penal, conforme a Lei nº 14.133/2021, e crime de responsabilidade, previsto no art. 1º, XI, do Decreto-Lei nº 201/1967. As suspeitas decorrem de supostas irregularidades em processos licitatórios da Prefeitura Municipal de Coroatá/MA.
Quais licitações estão sob suspeita?
A PGJ mira seis procedimentos específicos:
- Pregão Eletrônico nº 007/2025 (serviços funerários)
- Pregão Eletrônico nº 011/2025 (kits de lanche/refeição)
- Pregão Eletrônico nº 015/2025 (locação de veículos para transporte escolar)
- Inexigibilidade de Licitação nº 002/2025 (assessoria jurídica)
- Adesões às Atas de Registro de Preços n.º 004/2025 (Buriti/MA) e correlata (Vargem Grande/MA)
Além desses, a investigação pode identificar outros tipos penais no curso da apuração.
Qual o papel do prefeito?
Segundo informações, Edimar Vaqueiro teria atuado diretamente nas irregularidades. Caso o envolvimento seja confirmado, ele poderá ser condenado. A promotora Lícia Muniz conduz o inquérito, que segue em fase de apuração.
Impacto para a população de Coroatá
A investigação envolve serviços essenciais à população: serviços funerários, kits de lanche/refeição, transporte escolar e assessoria jurídica. Irregularidades nesses contratos podem afetar diretamente a qualidade e a continuidade dos serviços públicos no município.
Próximos passos da investigação
A PGJ segue com o inquérito para coleta de provas e oitivas. Não há prazo definido para conclusão. O caso pode resultar em denúncia formal ou arquivamento, dependendo das evidências.
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Perguntas Frequentes
O que é crime de responsabilidade?
É uma infração político-administrativa prevista no Decreto-Lei nº 201/1967, que pode levar à perda do cargo e inelegibilidade.
Quem conduz a investigação?
A assessora especial da PGJ, promotora Lícia Muniz.
Quais licitações são investigadas?
Seis procedimentos: três pregões eletrônicos, uma inexigibilidade e duas adesões a atas de registro de preços.
O prefeito pode ser afastado?
Sim, se houver decisão judicial ou condenação, ele pode perder o cargo.
Quando termina a investigação?
Não há prazo definido. O inquérito segue em andamento.
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