Polícia prende ex-presidente da APAE de Rosana
Polícia prende ex-presidente da APAE de Rosana

Em meados de 2018, a Polícia Civil instaurou inquérito a fim de se apurar desvios de recursos públicos e outros ilícitos que estariam sendo praticados pelo então presidente da Apae de Rosana
Após investigação preliminar, foram encontrados indícios que apontavam para a necessidade de afastamento daquele presidente de suas funções. Em conjunto com o Ministério Público, a Polícia Civil representou ao Poder Judiciário pelo afastamento cautelar do presidente, o que foi deferido. De imediato, a diretoria da entidade providenciou a substituição do presidente a fim de não interromper as atividades assistenciais prestadas pela Apae.
Também foram cumpridas buscas domiciliares, onde diversos documentos foram arrecadados e apreendidos para subsidiar as investigações.
Ao lado disso, foi providenciada a quebra do sigilo bancário do indiciado para confrontação com os registros de transações bancárias realizadas através das contas da entidade.
Os trabalhos contaram o apoio da assessoria jurídica e contábil da Apae.
Após toda a análise investigativa, a Polícia Civil constatou que houve um significativo valor desviado dos cofres públicos.
Assim, foi determinado o indiciamento do investigado pela prática de 23 delitos de peculato, abuso de autoridade e dispensa indevida de licitação.
Considerando a gravidade da conduta imputada ao investigado e o evidente abalo trazido à Apae de Rosana, que apenas não cessou suas atividades graças ao empenho daqueles funcionários e colaboradores, bem como do poder municipal, a Polícia Civil representou pela decretação da prisão preventiva do indiciado.
O Ministério Público ofertou denúncia contra o investigado e se manifestou favoravelmente pela decretação de sua prisão, também entendendo que o mesmo oferecia risco à instrução processual penal.
O Poder Judiciário analisou os fatos imputados ao denunciado, recebeu a denúncia, transformando-o assim, em réu.
A prisão do réu foi cumprida nesta sexta-feira, 10, em Maringá (PR). A diligência foi realizada com o apoio da Corregedoria da Polícia Militar do Estado de São Paulo, dada a condição de policial militar aposentado do preso.
 

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