Por que Ivan Moré não assinou contrato com a Record TV
Por que Ivan Moré não assinou contrato com a Record TV

Contratação dada como certa no início do mês, Ivan Moré está fora dos planos da Record TV a curto prazo por causa de um impasse incomum nas negociações. Ambas as partes já tinham acertado um salário de R$ 60 mil mensais, de fazer inveja a qualquer mortal. Mas o jornalista fez uma exigência que foi vista como arrogante, e o negócio melou.
Moré não abriu mão de ser contratado como pessoa jurídica sem descontos e com garantia de emprego de três anos. A Record não aceitou. O queria com carteira profissional assinada, (muitos) descontos no holerite e passível de dispensa a qualquer momento.
A negociação ainda não é tratada como completamente encerrada, mas a Record já decidiu que não dará um passo para avançá-la a não ser que Moré recue da exigência de ser contratado por meio de uma empresa da qual ele é dono.
O impasse causou estranheza porque, até alguns anos atrás, ser contratado como PJ era a norma para salários altos, tanto na Globo como na Record. Eram as emissoras que impunham o contrato como PJ, e os funcionários gostavam porque tinham a sensação de que ganhavam mais, o que nem sempre era real.
No entanto, uma série de ações na Justiça em que ex-PJs reivindicaram (e ganharam) direitos de quem é registrado em carteira fizeram as duas emissoras mudarem a política. Na Record, somente altos executivos, salários milionários (como Rodrigo Faro) e contratos por temporada (como Xuxa e Gugu) são PJs.

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