Faive movimentou mais de R$ 6 milhões em negócios, avalia presidente da feira
Faive movimentou mais de R$ 6 milhões em negócios, avalia presidente da feira

O presidente da 43ª Faive (Feira Agropecuária e Industrial de Presidente Venceslau), Wagner Bueno, avaliou positivamente o resultado do evento, encerrado neste domingo, no recinto de exposição “Alfredo Ellis Neto”.
Estimou um volume acima de R$ 6 milhões de movimentação financeira nos nove dias de realização. “Esse resultado mostra que a feira tem um nome forte no mercado. Segue sendo a principal feira agropecuária na região”, afirmou.
Para Bueno, a palavra que define a Faive deste ano é “superação”. Sobre isso, lembrou das dificuldades financeiras que o país atravessa, assim como as condições climáticas em razão do frio registrado, principalmente no dia da abertura.
Para superar todas as dificuldades enfrentadas, ressaltou que foi necessário fazer um ajuste nas finanças e gastos. “Fizemos uma feira com economia em todos os setores, promovendo um evento enxuto, mas consistente”, justificou.
Em relação aos shows, Bueno afirmou que a grade deste ano levou um grande público ao recinto. Conforme relatou, a dupla Maiara e Maraísa reuniu um público de 9 mil; Diego e Arnaldo, em torno de 4,8 mil pessoas; Edson e Hudson, 6 mil pessoas; e Leonardo, cerca de 10 mil.
Bueno frisou que neste ano houve inovação no formato para acesso dos visitantes. Apenas, no primeiro sábado, dia da abertura, houve cobrança em todos os portões do recinto. Nos demais dias dos grandes shows, a cobrança foi feita apenas na área restrita às apresentações.
Com isso, conforme avaliou, a feira apresentou uma movimentação diferente e alternância de público. As famílias com crianças iam mais cedo ao recinto para usufruir da praça da alimentação e parque de diversão, enquanto o público dos shows chegava mais tarde.
Essa experiência, segundo ele, foi positiva, pois permitiu um grande movimento no recinto em diferentes horários, favorecendo os negócios para os barraqueiros, expositores e entidades.
Em relação os leilões, Bueno estima que houve um faturamento em torno de R$ 4 milhões, com destaque para o remate do Nelore da Dourada, que alcançou media recorde na venda de reprodutores PO. 
Sobre a mostra de animais, mencionou que vem sendo feito um trabalho de recuperação. “Este ano tivemos como novidade a exposição de Indubrasil e a presença de um dos criadores expoentes da raça no país”. 
Além do fomento à bovinocultura, citou que a feira resgatou atividades, entre as quais, o Projeto Cavalo, através do hipismo, volteio e conformação de equinos. Destacou ainda como resgate a presença da Aspaco (Associação Paulista dos Criadores de Ovinos), que já confirmou presença para a próxima feira.
Outra novidade citada por Bueno foi o Rodeio Mirim, que movimentou o recinto com a participação de crianças em montarias em carneiro. 
 

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