PIB na região de PP recua 3% no primeiro trimestre
PIB na região de PP recua 3% no primeiro trimestre

 

No primeiro trimestre deste ano, o PIB (Produto Interno Bruto), na região de Presidente Prudente, registrou o valor corrente de R$ 5,555 bilhões. Entre as 16 regiões do Estado,  o Oeste Paulista paulista ficou na 11ª colocação.
Conforme dados divulgados nesta terça-feira, 11, pelo Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados),  tendo por base o acumulado dos últimos quatro trimestres anteriores ao analisado pela pesquisa, houve uma queda de 3% no PIB regional.
As quedas foram registradas nos setores da agropecuária (-2,1%) e da indústria (-6,4%). O setor de serviço apresentou índice positivo de 0,9% em relação aos últimos quatro trimestres anteriores. 
 O resultado neste ano mostra que é possível verificar que do início do ano de 2018 para o ano de 2019 houve oscilação em reais no PIB regional.
O primeiro trimestre de 2018 fechou com o valor corrente de R$ 5,980 bilhões, que aumentaram para R$ 6,631 bilhões nos três meses seguintes e cresceram ainda mais no terceiro trimestre, fechando em R$ 7,572 bilhões. A partir do quarto trimestre, os valores voltaram a cair, já que nos últimos três meses do ano a quantia baixou de R$ 6,868 bilhões para R$ 5,555 bilhões, no mais recente levantamento.
O presidente do Sindicato Rural de Presidente Prudente, Carlos Roberto Biancardi, ao analisar o resultado, disse ao jornal “O Imparcial”,  que a queda no setor agropecuário se refere a diversos fatores, como, por exemplo, na produção de álcool e açúcar. “Houve fechamento de usinas na região neste período e essas áreas deixaram, desta forma, de produzir, o que traz reflexos para a produção final”. Além disso, ele esclarece que em reais essa produção ainda é influenciada pela oscilação do dólar e que constantemente tem suas cotações atualizadas. “De qualquer forma, continua sendo a atividade com mais estabilidade na sua participação na produção regional”, afirmou;
Em relação ao setor industrial, o diretor regional do Ciesp/Fiesp, Wadir Olivetti Júnior, afirmou ao Imparcial que os dados podem ter sido prejudicados, principalmente pela ausência de indústrias com produtos “mais elaborados” e melhores tecnologias, que não vieram para a região. “Essa situação é um reflexo, principalmente, de uma região mais agropecuária e da fuga de indústrias para regiões que ofertam benefícios como incentivos fiscais”, explicou.
Em relação ao setor de serviços, que teve variação positiva, o gerente regional do Sebrae-Regional de Prudente, José Carlos Cavalcante, comentou que “não é de hoje que o setor apresenta resultados favoráveis”, principalmente porque as prestadoras de serviço exigem menor volume de capital para quem vai começar. “Passa a ser um setor atrativo”, justificou. (Com O Imparcial)

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