FecomercioSP/Sincomércio obtém liberação no Estado para retirada de mercadoria pelo cliente na Fase Emergencial
FecomercioSP/Sincomércio obtém liberação no Estado para retirada de mercadoria pelo cliente na Fase Emergencial

Estabelecimentos e clientes ganharam o direito de retirar presencialmente mercadorias nos estabelecimentos, no ambiente externo da loja e ao ar livre, sem aglomeração, durante a Fase Emergencial do Plano São Paulo, em vigor no Estado, graças à articulação feita pela FecomercioSP/Sincomércio  junto ao governo estadual.

A medida não era permitida nessa fase de restrição. Assim, o empresário fica livre de eventuais penalidades, pois a decisão vale para todo Estado, no mesmo horário estipulado para o drive-thru, entre 5h e 20h. Porém, continua proibida a concentração ou permanência de pessoas na porta e no interior dos estabelecimentos.

Nesse sistema, não há entrada do cliente no interior do estabelecimento, ou seja, ele faz o pedido e retira o produto nas mesmas condições do sistema delivery. A vantagem reside em mais uma opção para atender o consumidor sem colocar em risco a saúde de empregados e clientes. Já o comprador deixa de pegar filas como no drive-thru e fica livre da taxa de entrega do delivery.

A FecomercioSP/Sincomércio lembra que os municípios poderão, por iniciativa de seus executivos, adotar situações diferentes às atualmente anunciadas no Plano São Paulo. Por essa razão, recomenda que sejam observadas as legislações municipais vigentes junto com as regras estaduais.

A FecomercioSP/Sincomércio justificou que a implementação da medida possibilitaria o funcionamento dos estabelecimentos sem a circulação interna de clientes, já que a entrega das compras é feita individualmente pelo lojista ou pelo funcionário ao consumidor, em ambiente externo, seguindo todos os protocolos sanitários.

Em resposta formal, o Comitê Administrativo Extraordinário de Covid-19 sinalizou positivamente sobre a adoção da modalidade na presente fase emergencial.

A posição foi confirmada em reunião realizada em 1º de abril de 2021.

A FecomercioSP/Sincomércio reitera ser necessário, por parte do governo, esclarecimentos e comunicação oficial que garantam a adoção da modalidade por parte das empresas.



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