Perspectivas otimistas

No turbilhão de problemas atuais, estamos comemorando o 7 de Setembro.
“INDEPENDENCIA OU MORTE”  -  bradou D. Pedro II, às margens do Ipiranga.
Séculos se passaram e graças ao trabalho da nação, estamos aqui, preocupados com o futuro, que parece incerto e distante.
As crianças não aprenderam o Hino Nacional e os adultos pouco se lembram da data, a não ser para passeios.
A Pátria é o nosso solo, e o povo é a gente que vive e habita este terra abençoada.
O patriotismo, certamente, não é a meta dos nossos governantes, que maltratam o solo e se aproveitam da esperança do povo.
Sofrem a natureza e as pessoas, pela crueldade dos que nos governam e que, aos invés de zelarem pelo coletivo, cuidam de si e dos seus.
Lula, Bolsonaro para lembrar os mais notórios, são  os exemplos.
Parece que nunca lembraram do que bradou D. Pedro II,  na primeira palavra, INDEPENDÊNCIA; somente na segunda, MORTE.
Incautos e infelizes aqueles que pensam que destruirão os sonhos dos brasileiros.
Nosso povo é, antes de tudo, bom, crente em Deus, forte o suficiente para aguentar os desvios e desvarios de uma classe política desavergonhada e ousada, que pensa que tudo pode.
Não destruirão o legado de honra, trabalho, civilidade que nos legaram os antepassados.
Passarão, como passam as tempestades, que parecem tudo levar, mas que a perseverança dos que creem consegue refazer.
O otimismo é a nossa Bandeira, que tremula nas cores da natureza e que muitos hoje se esquecem, mas que Deus permitirá que se lembrem e se orgulhem de ter nascido no Brasil.

(*) Clóvis Moré é jornalista, produtor rural e colaborador do Tribuna Livre


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