Desde 1500, o Brasil passou por inúmeros processos de evolução que foram importantes para a caracterização da nossa nação. Em 21 de janeiro de 1808, a família real portuguesa veio para o Brasil e se instalou no Rio de Janeiro, estavam fugindo das tropas francesas de Napoleão Bonaparte que invadiram Portugal.
Após estes fatos, uma série de mudanças econômicas, políticas, sociais e culturais ocorreram no país.
Ainda em 1808, houve a 1º medida administrativa no Brasil, a “Abertura dos Portos para as Nações Amigas”, medida que restringia o comércio com a Inglaterra. Devido à esta decisão, o país foi elevado à categoria de “Reino Unido a Portugal e Algarves”, o que rompeu o pacto colonial com Portugal.
A presença da família real no Brasil havia proporcionado grandes avanços, mas, ainda assim, demonstrações de insatisfação aconteceram, através da Revolução Pernambucana, em 1817. Em 1820 houve outra insatisfação popular, que ficou conhecida como Revolução do Porto em Portugal, este foi o ponto de partida para a independência de nossa pátria.
Em dezembro de 1821, chegou uma ordem exigindo o retorno de D. Pedro para Portugal e a reação decorreu da criação do Clube da Resistência. Em janeiro de 1822, durante uma audiência do Senado, um documento com mais de 8 mil assinaturas foi entregue a D. Pedro. Esse documento exigia a permanência do príncipe regente no Brasil.
Motivado por isso, D. Pedro disse uma frase que entrou para a história do país: “Como é para bem de todos e felicidade geral da nação, estou pronto; diga ao povo que fico”, esse acontecimento foi chamado de “Dia do Fico”. 
Em maio de 1822, foi decretado o “Cumpra-se”, medida que determinava que as leis e ordens decretadas em Portugal só teriam validade no Brasil com o aval do príncipe regente. No mês seguinte, em junho, foi determinada a convocação de eleição para a formação de uma Assembleia Constituinte no Brasil.
Essas medidas reforçavam a progressiva separação entre Brasil e Portugal, uma vez que as ordens de Portugal já não teriam validade aqui conforme estabelecia o “Cumpra-se” e, além disso, esboçava-se a elaboração de uma nova Constituição para o país com a convocação de uma Assembleia. 
Então, no dia 7 de setembro de 1822, D. Pedro declarou a independência do Brasil, conhecemos a versão em que ele dá o grito de independência às margens do Rio Ipiranga, porém isso não é historicamente confirmado, visto que no dia, D. Pedro estava passando por problemas intestinais, cuja origem é desconhecida.
Entretanto, o 7 de setembro não encerrou o processo de independência do Brasil. Esse processo seguiu-se com uma guerra de independência, destacando a atuação de Maria Quitéria, e nos meses seguintes houveram acontecimentos importantes, como a Aclamação de D. Pedro como imperador do Brasil, no dia 12 de outubro, e sua coroação que aconteceu no dia 1º de dezembro.
(*) Alunas da 3ª ano do Ensino Médio da Escola Cooperativa de Presidente Venceslau - Ana Lívia Queiroz Gomes, Lívia Harumi e Lívia Batista


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