Oposição pede nova perícia no sistema de gravação da portaria do condomínio


Os líderes da oposição no Senado e na Câmara, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e o deputado federal Alessandro Molon (PSB-RJ) pediram ao Ministério Público do Rio (MPRJ) uma nova perícia no sistema de gravação da portaria do condomínio onde o presidente Jair Bolsonaro tem uma casa, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.
Eles afirmaram que é preciso resguardar o sistema de gravação para que seja afastada qualquer suspeita de manipulação de provas.
No sábado (2), sobre o conteúdo dos interfones, o presidente Jair Bolsonaro disse: “Nós pegamos antes que fosse adulterado”.
Na quarta-feira (30), o MP tinha anunciado que uma perícia realizada naquele mesmo dia desmentia o depoimento do porteiro, que afirmou que um dos suspeitos do assassinato de Marielle Franco, o ex-PM Élcio Queiroz, entrou no condomínio alegando que iria na casa 58, a do presidente.
O áudio mostra que o porteiro interfonou para a casa 65, a de Ronnie Lessa, outro suspeito do crime.
Além disso, o presidente Bolsonaro não estava no Rio. O Jornal Nacional mostrou, já na terça-feira (29), que ele estava em Brasília, em atividades na Câmara.
Pedido de cassação a Eduardo Bolsonaro
O partido Rede também entrou, nesta segunda, no Conselho de Ética da Câmara com pedido de cassação do mandato do deputado Eduardo Bolsonaro, líder do PSL.
De acordo a rede, o deputado quebrou o decoro parlamentar ao dizer que, se a esquerda radicalizar, a resposta do governo pode ser um novo AI-5, um dos principais atos de repressão da ditadura.
O deputado já se desculpou pela referência ao ato da ditadura e disse que, de qualquer forma, parlamentares têm imunidade para manifestar suas opiniões livremente. (Com G1)


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