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Acusados da morte de Nilson são condenados a mais de 30 anos de prisão


O veredito final do julgamento dos três acusados pela morte da advogado venceslauense Nilson Carreira Mônico foi anunciado no início da noite desta quarta-feira, 16, impondo condenação a mais de 30 anos.


O empresário Luiz Henrique Almeida Reis, apontado como mandante do crime, foi condenado a 33 anos de prisão em regime fechado.


Vilson José Rosa, que forneceu as armas para o crime, foi condenado a 35 anos de prisão em regime fechado.


E Wagner Oliveira da Silva, ex-policial que executou o assassinato, foi condenado a 33 anos de prisão em regime fechado.


A decisão foi proferida pelo juiz Gabriel Medeiros, que presidiu o julgamento.. Os três condenados terão redução de cinco anos na pena, uma vez que já cumprem prisão desde 2018, ano do cometimento do crime.


O julgamento começou na terça-feira, por volta das 9h. Foi retomado nesta quarta, também às 9h, e finalizado por volta das 21h.


Homicídio e cárcere privado


De acordo com a sentença proferida pelo juiz Gabriel Medeiros, da 1ª Vara da Comarca de Presidente Venceslau, nesta quarta-feira (16), Luiz Henrique Almeida Reis foi condenado pelo crime de homicídio qualificado, pois, segundo a condenação, o réu arquitetou o crime violento e brutal e, para isso, envolveu-se com pessoas criminosas, utilizou veículo de terceiros e forneceu as munições utilizadas no assassinato.


Além disso, Reis atravessou todo o Estado de São Paulo e demonstrou total desrespeito com o Poder Público ao mudar o desfecho do processo judicial por meio da morte do advogado, que era uma pessoa fundamental para o acesso à Justiça.


Wagner Oliveira Andrade da Silva, que confessou o envolvimento no crime, foi condenado pelos crimes de homicídio qualificado e cárcere privado. Entre os 33 anos de prisão e quatro meses de reclusão, há um período de aumento de pena, pois ele já possuía duas condenações por crimes anteriores.


Vilson José Rosa também foi sentenciado por homicídio qualificado e seu período de pena de 35 anos e quatro meses de reclusão também envolve agravantes devido a crimes cometidos anteriormente pelo condenado, que se assemelham ao praticado contra o advogado Nilson Aparecido Carreira Mônico. (foto: Portal Bueno)


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