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Azeite de oliva

O papel benéfico do consumo de azeite é hoje amplamente reconhecido pela sua alta concentração de polifenóis com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.


Seus principais compostos bioativos são o hidroxitirosol, tirosol, oleuropeína, oleocanthal e oleaceae, sendo os mais importantes pelos efeitos antiaterogênicos, cardioprotetores, anticancerígenos, neuroprotetores e endócrinos.


O hidroxitirosol, abundante na azeitona e no azeite, atua principalmente doando um átomo de hidrogênio a radicais peroxil, combatendo a peroxidação lipídica, protegendo as membranas celulares. No entanto, foi proposto que o hidroxitirosol pode conferir proteção antioxidante adicional, aumentando os sistemas de defesa endógenos contra o estresse oxidativo, ativando diferentes vias de sinalização celular. Um dos mecanismos propostos envolve a indução de enzimas desintoxicantes de fase II via ativação do fator nuclear 2 (Nrf2) de diferentes tecidos. Ademais, o consumo habitual de azeite de oliva é capaz de promover a atenuação da expressão de óxido nítrico sintase induzível por agentes pró-inflamatórios (iNOS), ciclo-oxigenase-2 (COX-2), fator de necrose tumoral-α (TNF-α) e expressão de interleucina (IL) -1β.


Uma ingestão diária de 20 g de azeite, que contém pelo menos 5 mg de hidroxitirosol, mostrou inibir a oxidação de LDL colesterol, evitando a aterosclerose. Rico em gorduras monoinsaturadas (ômega 9), o azeite pode ser utilizado em cocções, porém o ideal é que não seja utilizado para frituras. Portanto, o consumo diário de azeite, além de deixar a salada mais saborosa, traz inúmeros benefícios à nossa saúde.


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