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Criadores de gado da região têm até quinta para concluir vacinação contra febre aftosa

Expectativa é que 970.434 bovídeos com até 24 meses de idade sejam imunizados nesta parte do oeste paulista durante última etapa da campanha - Com O Imparcial

A campanha de vacinação contra a febre aftosa no Estado de São Paulo vai até esta quinta-feira. Na atual e última etapa da campanha, devem ser vacinados bovinos e bubalinos com até 24 meses de idade.


A expectativa é que 970.434 bovídeos sejam vacinados na região de Presidente Prudente, que abrange os EDAs (Escritórios de Defesa Agropecuária) de Dracena, Presidente Prudente e Presidente Venceslau.


Os proprietários devem primeiro adquirir as vacinas em estabelecimentos cadastrados junto à Coordenadoria de Defesa Agropecuária. Os estoques de vacina disponíveis no Estado para o comércio durante a etapa da campanha são cadastrados pela revenda no sistema da Gestão de Defesa Animal e Vegetal, o Gedave (gedave.defesaagropecuaria.sp.gov.br).


Ao comprar o imunizante, o estoque é transferido ao proprietário por meio do sistema, o que facilita a declaração de vacinação, que pode ser feita até o dia 7 de dezembro. A declaração deve ser realizada por meio eletrônico, por meio do Gedave. A legislação proíbe o uso de vacinas adquiridas em etapas de vacinações anteriores.


Para que o imunizante não perca sua eficácia, a vacina deve ser transportada e armazenada em uma caixa de isopor com dois terços do volume ocupado por gelo. A temperatura de conservação deve ser entre 2 e 8 graus Celsius e a vacina nunca pode ser congelada.


As seringas e agulhas precisam ser novas e higienizadas sem o uso de produtos químicos como o álcool ou cloro. A recomendação da Secretaria de Agricultura e Abastecimento é que seja escolhido o horário mais fresco do dia para a aplicação da vacina. Os animais devem ser classificados por idade e sexo para evitar acidentes. O local de aplicação é no terço médio do pescoço do animal, logo abaixo do couro.


Independentemente da idade, a dose é de 2 ml de vacina. Para evitar infecções, as agulhas devem ser substituídas a cada 10 animais imunizados e precisam ser mantidas resfriadas durante toda a operação.


O criador que deixar de vacinar e de comunicar a vacinação estará sujeito a multas que variam de cerca de R$ 102 a R$ 171 por cabeça de gado não vacinado ou não comunicado.


Para mais informações, basta acessar o endereço defesa.agricultura.sp.gov.br/programas/aftosa.

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