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Dinheiro esquecido: clientes de bancos ainda têm R$ 120 milhões no FGC; veja como resgatar

Terra

Valor diz respeito à soma das garantias não solicitadas por investidores da BRK e da Portocred, liquidadas extrajudicialmente pelo Banco Central. Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil / Perfil Brasil


Credores que possuíam investimentos cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) em instituições financeiras liquidadas extrajudicialmente pelo Banco Central (BC) têm direito a R$ 119,83 milhões ainda não resgatados. 


O valor diz respeito à soma das garantias não solicitadas por investidores da BRK e da Portocred, liquidadas extrajudicialmente pelo Banco Central em fevereiro deste ano, e da CHB, cuja liquidação extrajudicial foi decretada pelo BC em março de 2021. 


As duas primeiras instituições foram liquidadas pelo BC em decisão tomada com base no comprometimento patrimonial dos bancos, nas violações às normas legais que regulamentam os seus funcionamentos e no risco a que estavam submetidos os seus credores. 


Já a CHB passou pelo mesmo processo. Na época, o BC informou que o banco apresentava grandes dívidas, descumprindo normas que regulamentavam o seu funcionamento. Mesmo após mais de 2 anos do caso, R$ 4,9 milhões ainda podem ser requisitados por 142 investidores da instituição.


Como sacar o dinheiro no FGC

O resgate do dinheiro é realizado no aplicativo do fundo garantidor. Para isso, é preciso ter em mãos uma cópia do RG ou CNH e também dados bancários para a devolução de valores. O depósito é feito na conta informada e de titularidade do credor, por meio de uma Transferência Eletrônica Disponível (TED).


“O processo é seguro, por meio de uma assinatura eletrônica e da biometria do credor. Ao recebermos a lista de depositantes e investidores com direito à garantia, o pagamento cai em até dois dias úteis após o credor completar seu cadastro e a assinatura dos documentos pelo app”, explica Daniel Lima, diretor-executivo do FGC.


O FGC oferece garantia ordinária de até R$ 250 mil para investimentos em produtos como conta corrente, poupança, CDB, RDB, LCI e LCA, para cada CPF ou CNPJ, por instituição financeira associada ou conglomerado financeiro. Há um teto de R$ 1 milhão, a cada período de quatro anos, para garantias pagas para cada CPF ou CNPJ.

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