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Em Pauta: A natureza cobra


O desiquilíbrio ambiental, conforme os anos vão passando, vem provocando diversos desastres naturais que poderiam ser evitados. Excesso de chuva, temperaturas elevadas, desmatamento sem reposição, poluição do ar, queimadas, eliminação de espécies animais, entre outras, seguem sem qualquer controle, apesar dos inúmeros esforços de determinados setores da comunidade mundial.


Em determinadas situações, os impactos de desastres ambientais são tão intensos que uma determinada região demora anos para se recuperar por completo.


A poluição, por exemplo, pode alterar as características do ambiente de tal forma que impede que as espécies que vivem no local consigam se reproduzir e se alimentar.


O lançamento de esgoto doméstico em um ambiente aquático, por exemplo, pode ser responsável pelo processo de eutrofização, que provoca a redução de oxigênio da água, alteração de pH e redução da biodiversidade da área afetada.

Além da poluição, não podemos deixar de citar as queimadas, responsáveis por matar várias espécies de animais e plantas, provocar poluição atmosférica e prejudicar a fertilidade do solo.


O desmatamento é também um exemplo de ação que provoca desequilíbrio ecológico. Ao desmatar uma área, estamos destruindo a casa de várias espécies animais e também retirando plantas, das quais muitos obtêm seu alimento. A retirada de árvores assim como as queimadas pode prejudicar a qualidade do solo e, além disso, impactar negativamente no clima de uma região, influenciando até mesmo no regime de chuvas.


No Brasil, assim como em várias partes do mundo, a ação humana tem provocado inúmeros desequilíbrios ambientais. Queimadas na Amazônia e no Pantanal, por exemplo, são ações cada vez mais comuns em nosso país e que tendem a provocar grandes desequilíbrios ambientais. Perda de biodiversidade e empobrecimento dos solos são apenas duas consequências das queimadas nessas regiões.


Falando especificamente da região do Pontal do Paranapanema, desde a ocupação para atividades de pecuária e exploração do solo, os estudos apontam diversas áreas degradadas por exploração indevida sem os reparos necessários ao longo dos anos.


Palco de conflitos agrários, principalmente nos anos 90, o Pontal está hoje imerso na concentração de assentamentos rurais em meio à propriedades em que muitas delas deixaram a pecuária para arrendamento ao plantio de cana, para atender usinas de açúcar e álcool.


Antes das ocupações, a região contemplava três grandes reservas florestais, e hoje restam somente alguns fragmentos de Mata Atlântica e as unidades de conservação do Parque do Morro do Diabo, no município de Teodoro Sampaio, Reserva Patrimonial Natural Estadual Boa Vista e a Estação Ecológico Mico-Leão-Preto.


Muito se fala no crescimento sustentável do Pontal. No entanto, a sustentabilidade está ligada à preservação ambiental do ecossistema que cobre a região.


Qual o futuro se espera de uma região em que a política em curso não projeta tal desenvolvimento sustentável?


E o Projeto Pontal 2030, decantado no governo anterior, seguirá pelo atual?


Não se pode mais mitigar o desiquilíbrio ambiental. Se queremos uma região produtiva e sustentável, é crucial o enfrentamento ao desmatamento, às queimadas e a destruição do habitat natural.


O desiquilíbrio ambiental, conforme os anos vão passando, vem provocando diversos desastres naturais que poderiam ser evitados. Excesso de chuva, temperaturas elevadas, desmatamento sem reposição, poluição do ar, queimadas, eliminação de espécies animais, entre outras, seguem sem qualquer controle, apesar dos inúmeros esforços de determinados setores da comunidade mundial.


Em determinadas situações, os impactos de desastres ambientais são tão intensos que uma determinada região demora anos para se recuperar por completo.


A poluição, por exemplo, pode alterar as características do ambiente de tal forma que impede que as espécies que vivem no local consigam se reproduzir e se alimentar.


O lançamento de esgoto doméstico em um ambiente aquático, por exemplo, pode ser responsável pelo processo de eutrofização, que provoca a redução de oxigênio da água, alteração de pH e redução da biodiversidade da área afetada.

Além da poluição, não podemos deixar de citar as queimadas, responsáveis por matar várias espécies de animais e plantas, provocar poluição atmosférica e prejudicar a fertilidade do solo.


O desmatamento é também um exemplo de ação que provoca desequilíbrio ecológico. Ao desmatar uma área, estamos destruindo a casa de várias espécies animais e também retirando plantas, das quais muitos obtêm seu alimento. A retirada de árvores assim como as queimadas pode prejudicar a qualidade do solo e, além disso, impactar negativamente no clima de uma região, influenciando até mesmo no regime de chuvas.


No Brasil, assim como em várias partes do mundo, a ação humana tem provocado inúmeros desequilíbrios ambientais. Queimadas na Amazônia e no Pantanal, por exemplo, são ações cada vez mais comuns em nosso país e que tendem a provocar grandes desequilíbrios ambientais. Perda de biodiversidade e empobrecimento dos solos são apenas duas consequências das queimadas nessas regiões.


Falando especificamente da região do Pontal do Paranapanema, desde a ocupação para atividades de pecuária e exploração do solo, os estudos apontam diversas áreas degradadas por exploração indevida sem os reparos necessários ao longo dos anos.


Palco de conflitos agrários, principalmente nos anos 90, o Pontal está hoje imerso na concentração de assentamentos rurais em meio à propriedades em que muitas delas deixaram a pecuária para arrendamento ao plantio de cana, para atender usinas de açúcar e álcool.


Antes das ocupações, a região contemplava três grandes reservas florestais, e hoje restam somente alguns fragmentos de Mata Atlântica e as unidades de conservação do Parque do Morro do Diabo, no município de Teodoro Sampaio, Reserva Patrimonial Natural Estadual Boa Vista e a Estação Ecológico Mico-Leão-Preto.


Muito se fala no crescimento sustentável do Pontal. No entanto, a sustentabilidade está ligada à preservação ambiental do ecossistema que cobre a região.


Qual o futuro se espera de uma região em que a política em curso não projeta tal desenvolvimento sustentável?


E o Projeto Pontal 2030, decantado no governo anterior, seguirá pelo atual?


Não se pode mais mitigar o desiquilíbrio ambiental. Se queremos uma região produtiva e sustentável, é crucial o enfrentamento ao desmatamento, às queimadas e a destruição do habitat natural.


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