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Em Pauta: Vacinas salvam vidas


É incompreensível pessoas contrárias as vacinas que estão salvando vidas contra a Covid-19. O negacionismo dessa gente virou algo doentio que merece uma análise psicológica diante do que estamos assistindo em várias partes do mundo.


Com avanço da variante Ômicron, que tem um contágio bem superior às outras, o cenário seria catastrófico não fossem as vacinas. E veja que a maioria que está em internação e UTIs neste momento é de não vacinados e pessoas que se arrependeram por seguir o negacionismo.


O mundo registra casos de influenciadores anti-vacina que sucumbiram à doença.

O que leva um ser humano a se posicionar contra a Ciência?


Seriam os profetas do caos coletivo?


Por isso, ouso em afirmar que essa gente anti-vacina é lunática, adoradora da desgraça alheia, ignóbil, insensível e extremista.


Veja a polêmica que se criou no Brasil em relação à imunização de crianças entre 05 e 11 anos de idade para receber a vacina anti-Covid. O protelamento de uma decisão anunciada ainda em dezembro pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) sobre a necessidade de imunizar o público infantil por parte do Ministério da Saúde é de uma insensatez atroz.


Pior é que o chefe da Nação, que deveria dar exemplo, foi e continua sendo o garoto propaganda anti-vacina para o público infantil.


Qual o conhecimento que ele dispõe para se opor à Ciência?


Desde o início da pandemia aqui no Brasil, em fevereiro de 2020, a política adotada pelo chefe da nação continua em apostar na imunidade de rebanho e tratamento precoce que jamais foi comprovado cientificamente.


A CPI da Covid no Senado mostrou toda a pratica do mandatário da nação que comprova seu comportamento estúpido e provocador sobre as medidas de isolamento e protocolos para conter o vírus.


Devemos, neste momento em que há aumento significativo de casos por conta da variante Ômicron, render nossa homenagem à Ciência que, num tempo recorde, produziu vacinas que estão salvando vidas, evitando internações e complicações da doença.


Oxalá a dissipação da pandemia ocorra nos próximos meses, fato que os epidemiologistas consideram poder ocorrer justamente em relação ao aumento do número de vacinados. E que os países ricos não virem mais as costas para as nações pobres, enviando doses de vacina e, desta forma, possa reduzir a possibilidade do surgimento de novas variantes, tornando o novo coronavírus uma doença endêmica.

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