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Empresa Casino pretende vender participação do Grupo Pão de Açúcar

A empresa, acionista majoritária da rede de supermercados, é dona de 40,9% das ações. A medida é um esforço para reduzir sua dívida e garantir a sustentabilidade econômica. O grupo Casino anunciou na semana passada a venda de sua participação de 11,7% na rede atacadista brasileira Assaí.


No final de 2022, o grupo tinha quase mil lojas no Brasil. — Foto: Divulgação/Prefeitura de Guarujá

A empresa francesa Casino anunciou nesta segunda-feira (26) que pretende vender suas filiais sul-americanas do Grupo Pão de Açúcar (GPA). A companhia é dona de 40,9% das ações da rede de supermercados.


A proposta foi divulgada no novo plano estratégico da empresa. A medida é um esforço para reduzir a dívida de 6,4 bilhões de euros (R$ 33,3 bilhões). No final de 2022, segundo a agência francesa AFP, o grupo tinha quase mil lojas no Brasil.


Há vários anos, a Casino luta para superar as dificuldades e espera agora reduzir as dívidas pela metade como parte de um processo de readaptação financeira, que pode durar até 25 de outubro.


O documento não divulgou quem será o comprador das ações da Casino e quando pretende vender o Pão de Açúcar.


Os papéis do GPA, PCAR3, subiram 9,63% em 2023 e tiveram alta de 7,61% em um ano - na sexta-feira (23), fecharam cotados a R$ 17,67, com alta de 1,55%.


As atividades na América Latina representaram um faturamento de 17,8 bilhões de euros (R$ 92,7 bilhões) em 2022, pouco mais de metade do total do grupo no ano: EUR 33,6 bilhões (R$ 174,9 bilhões).


Em foto de arquivo, fachada de supermercado Pão de Açúcar em São Paulo, Brasil — Foto: Reuters/Nacho Doce


Casino vende outras empresas


No plano estratégico da empresa também foi divulgado que o grupo pretende vender o posicionamento da Éxito, que opera na Colômbia.


Na semana passada, a Casino anunciou a venda de sua participação de 11,7% na rede atacadista brasileira Assaí por 403 milhões de euros (R$ 2,11 bilhões).


A Casino tem mais de 2.100 lojas na Colômbia, além de 33 na Argentina e 96 no Uruguai. Quase 75% dos 200 mil funcionários da empresa francesa trabalham na América do Sul.

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