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Ex-diretor da Gaviões da Fiel condenado por morte de policial é solto

Com G1 Prudente

Polícia boliviana prende Elvis Riola de Andrade, conhecido como 'o cantor' e membro da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). — Foto: Reprodução/Facebook


Elvis Riola de Andrade, conhecido como “Cantor”, foi solto na noite de quinta (12), em decorrência de uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), de dezembro de 2023. Ele foi condenado no Brasil pela morte de um policial penal de Presidente Bernardes (SP), em 2009, a mando da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).


Com a decisão do STJ, Riola recebeu um habeas corpus da Justiça.


Ele chegou a ser preso no Brasil em 2010 e transferido para o regime semiaberto em 2021. Dois anos depois, o Ministério Público recorreu e um novo mandado de prisão foi expedido. Foragido desde então, ele foi detido após utilizar documentos falsos.


Segundo o promotor de Justiça Lincoln Gakiya, a Procuradoria Geral de Justiça recorreu da decisão e pediu em Brasília (DF) uma reconsideração nesta quinta-feira, mas o pedido foi negado pelo STJ. Ainda conforme Lincoln, o MP vai recorrer da decisão assim que o Tribunal voltar de recesso.


Assassinato de policial penal

O policial penal Denilson Dantas de Gerônimo, que trabalhava no Centro de Reabilitação Penitenciária (CRP) de Presidente Bernardes, foi assassinado a tiros em 2009, ao chegar na casa onde morava, em Álvares Machado (SP).


Elvis morava em São Paulo e não tinha relação com o Oeste Paulista. Ele era diretor da escola de samba Gaviões da Fiel, de São Paulo.


Na época do crime, a noiva de Denilson, que presenciou o crime, reconheceu “Cantor” como autor dos disparos. Ele foi condenado a 15 anos de prisão pela Justiça.


Em 2021, o juiz responsável pelo caso fixou regime semiaberto para Riola, justificando que ele teria permanecido há muitos anos preso.


O Ministério Público de São Paulo recorreu da decisão no mesmo ano e, em agosto de 2023, o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu que Riola deveria cumprir o restante da pena em regime fechado e determinou a expedição da prisão contra ele. Na época, o criminoso não foi encontrado e ficou foragido até então.

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