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Idosa com câncer de colo de útero avançado expele tumor no hospital

A idosa foi diagnosticada com a doença no início de agosto e vinha sendo submetida a tratamento no Hospital Mário Kroeff - Com O Liberal.com

Uma mulher de 65 anos, com câncer de colo de útero em estágio avançado, conseguiu expelir o próprio tumor. Anadia Maria Souza Moura deu entrada no pronto-socorro do Hospital Municipal Pedro II, no Rio de Janeiro, com fortes dores. O material foi recolhido para a pesquisa.


A idosa foi diagnosticada com a doença no início de agosto e vinha sendo submetida a tratamento no Hospital Mário Kroeff. Segundo Adriana Souza Moura, filha da paciente, a situação surpreendente ocorreu quando a mãe estava sendo transferida para uma maca no pronto-socorro. "Minha mãe deu à luz ao próprio tumor quando a colocaram na maca. Foi uma cena chocante e os enfermeiros mal acreditaram no que estavam testemunhando," relatou Adriana.


A família agora enfrenta um dilema, já que busca transferir Anadia de volta ao Hospital Mário Kroeff, onde o tratamento havia sido iniciado. No entanto, ambas as instituições de saúde não conseguiram chegar a um consenso quanto à transferência. Adriana alega que a equipe do Hospital Municipal Pedro II se recusa a entregar o tumor, um pré-requisito estipulado pela equipe médica do Mário Kroeff.

Adriana recorda que Anadia estava sofrendo intensamente em casa, com inchaço abdominal e nas pernas, antes de ser levada ao hospital mais próximo. "Eles queriam dar alta para minha mãe após administrar medicamentos para a dor, mas ela continuava sofrendo. Ela gritava que algo estava saindo, mas uma enfermeira afirmou que isso era impossível", relatou.


Após o incidente, Anadia foi internada na instituição de saúde e os inchaços na barriga e pernas diminuíram. No entanto, os médicos teriam informado à família que, devido à incerteza quanto ao estado real do útero, a paciente representa um risco potencial, impossibilitando sua alta hospitalar ou transferência.


Mas quem fica com o tumor?

A família da paciente relata que, logo após a expulsão do tumor, Anadia o recebeu em um saco com líquido de conservação, com orientação para envio para análise. No entanto, momentos depois, durante a troca da equipe de plantão, o tumor foi recolhido, alegando que o material seria destinado à pesquisa.

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