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Instrumentista de PP é empossado como membro imortal da Academia Nacional de Música do RJ

Com O Imparcial

José Marcelo Martins foi reconhecido nesta segunda-feira (4) como um dos novos Membros Imortais da Academia Nacional de Música, ANM, do Rio de Janeiro. A solenidade ocorreu no Auditório Lorenzo Fernández, situado no CBM (Conservatório Brasileiro de Música) da capital carioca. Ocupando agora a cadeira 62, o docente e instrumentista é o primeiro morador de Presidente Prudente a conquistar este feito.


Marcelo iniciou seus estudos na música quando tinha apenas 7 anos, em sua cidade natal, Cornélio Procópio (PR). Apaixonado por instrumentos de corda, em 1992 mudou-se para Bauru para cursar as graduações de Violão e Licenciatura em Artes/ Música. Em 1996 cursou Guitarra MPB/Jazz no Conservatório de Tatuí com o renomado professor Paulo Hidelbrand (in memoriam). Entre 1994 e 2007 foi docente na Unisagrado (Centro Universitário Sagrado Coração) e no Conservatório Musical Pio XII. Já nos anos de 2003 e 2004 foi docente da Faculdade de Artes do Paraná, em Curitiba.


Como professor universitário, suas disciplinas de atuação são Violão, Guitarra, Contrabaixo, Arranjo, Harmonia e Prática de Conjunto e, principalmente, Improvisação e Repertório. Também foi guitarrista da Big Band Orquestra Veritas, sob a regência do maestro José Paulo Castro Berbel.


Em 2008 concluiu o Mestrado com dissertação "Samba do Avião - Semiótica Musical e Sincrética", cuja pesquisa foi publicada no livro "Semiótica Verbal e Sincrética - Teorias e Aplicabilidade". Em 2017 concluiu seu Doutorado com a Tese: "Música Erupopular - o hibridismo musical brasileiro".


Entre 2013 e 2016 foi docente na Unoeste (Universidade do Oeste Paulista), no extinto curso de Música. Desde 2013 atua como professor efetivo da Escola Municipal de Artes de Presidente Prudente onde também exerceu os cargos de diretor e coordenador pedagógico, além de ter sido coordenador dos festivais de música. É casado com a pianista doutoranda e cantora Karen Martins, com quem ele divide os palcos como instrumentista e arranjador no Duo KM.


O acesso à Academia surgiu a partir da publicação de um artigo na Revista da ANM, de amplitude internacional. Em um diálogo, Marcelo enviou seu currículo, que chamou a atenção dos dirigentes. Das 81 cadeiras ativas, seis atualmente encontravam-se vazias devido a óbitos de seus ocupantes. Foi então que Marcelo foi avaliado e aprovado entre os novos membros.

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