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Justiça absolve nove acusados de desviar verbas públicas na Câmara de Rosana

Com G1 Prudente

Câmara Municipal de Rosana (SP) — Foto: Arquivo/g1


Em sentença de primeira instância, a Justiça absolveu nove de um total de 10 réus que haviam sido acusados pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MPE-SP) de integrar uma associação criminosa dentro da Câmara Municipal de Rosana (SP) que tinha o suposto objetivo de desviar para proveito próprio verbas públicas de diárias de viagens do Poder Legislativo.


O único condenado pela decisão proferida pela juíza da Vara Única do Fórum da Comarca de Rosana, Camila Alves de André, foi o ex-vereador Walter Gomes da Silva pelo crime de peculato.


Os absolvidos foram quatro ex-vereadores, sendo um deles já falecido, quatro funcionários do Poder Legislativo e ainda a esposa do então presidente da Câmara Municipal à época da denúncia, conforme a lista abaixo:


  • Roberto Fernandes Moya Júnior, ex-vereador e ex-presidente da Câmara Municipal;

  • Aline Rosa Aparecida Moraes, esposa de Moya Júnior;

  • Cícero Simplício, ex-vereador, já falecido;

  • Filomeno Carlos Toso, ex-vereador;

  • Valdemir Santana dos Santos, ex-vereador;

  • Edison Alves da Silva, funcionário da Câmara;

  • Alan Patrick Ribeiro Correa, funcionário da Câmara;

  • Eduardo dos Santos Sales, funcionário da Câmara; e

  • José Francisco dos Santos, funcionário da Câmara.


Todos haviam sido denunciados pelo MPE-SP pelos crimes de associação criminosa e peculato, com exceção de José Francisco dos Santos, que ainda tinha sofrido também a acusação de prevaricação, em um caso que ficou conhecido como Operação Devassa, deflagrada há mais de oito anos, em janeiro de 2016.


Em relação a Cícero Simplício, a Justiça julgou extinta a punibilidade em razão de sua morte.

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