top of page
Buscar

Pai, mãe e filho suspeitos de envolvimento em assassinato em Pirapozinho são presos

Homem, de 34 anos, foi executado com dois tiros na cabeça e um no braço. - Por G1 Prudente

A Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira (26) os três suspeitos de envolvimento na execução de um homem, de 34 anos, que foi assassinado a tiros, no Jardim Natal Marrafon, em Pirapozinho (SP).


Segundo o delegado responsável pelas investigações sobre o caso, Rafael Guerreiro Galvão, eles estavam foragidos e foram detidos em um assentamento rural na cidade de Castilho (SP), na região de Araçatuba (SP), em cumprimento a um mandado judicial de prisão temporária por 30 dias, com possibilidade de prorrogação pelo mesmo período.

Todos os presos pertencem à mesma família e são pai, de 39 anos, mãe, de 43 anos, e filho, de 22 anos. A vítima foi assassinada com dois tiros na cabeça e um no braço, no meio da rua, na noite do último sábado (21). Ela até chegou a ser socorrida após os disparos de arma de fogo, mas não resistiu aos ferimentos.

O caso foi registrado como homicídio doloso qualificado. As investigações identificaram que a execução tem relação com uma tentativa de homicídio ocorrida há 15 dias e que vitimou um outro rapaz, amigo do homem que acabaria assassinado a tiros no sábado passado.

“Há cerca de 15 dias tivemos uma tentativa de execução aqui no nosso município. Uma vítima acabou sobrevivendo, sendo baleada, inclusive, na cabeça, e, em decorrência desse grave crime, um homicídio consumado. Uma pessoa acabou morrendo no bairro Natal Marrafon no último sábado”, explicou Galvão.

“Conseguimos, como se diz no jargão policial, rachar o crime: elucidar com autoria e materialidade”, apontou o delegado. “Três pessoas aqui de Pirapozinho, sendo todas da mesma família, uma mulher e dois homens, mãe, filho e pai, prepararam toda essa dinâmica criminosa e mataram, executaram essa pessoa”, salientou Galvão. Ele adiantou que os três presos serão transferidos ainda nesta quinta-feira (26) a Pirapozinho, que fica a cerca de 220 quilômetros de distância de Castilho, para serem interrogados e indiciados pela Polícia Civil e, depois, ficarem à disposição da Justiça.

Comments


bottom of page