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Polícia Civil solicita prisão preventiva de 3 multirreincidentes

Com O Imparcial

A Polícia Civil de Presidente Prudente solicita à Justiça que as prisões em flagrante de três homens, ocorridas nesta terça e quarta-feira, sejam convertidas para preventivas. Isso porque, segundo Boletins de Ocorrência, os indivíduos são multirreincidentes, ou seja, voltaram a praticar delitos já havendo sido anteriormente condenados por outros crimes. Dois deles, 37 e 43 anos, foram surpreendidos pela Polícia Militar tentando furtar esquadrias de alumínio e um registro hidráulico de um posto de combustível desativado na Vila São Jorge. O terceiro, 51 anos, foi capturado após furtar uma motoneta Biz na Vila Comercial.


Com os suspeitos da tentativa de furto qualificado ao posto de combustível, os PMs apreenderam, na tarde de terça, diversas ferramentas, como chaves de fenda, alicates e martelos, que teriam sido utilizadas para retirar do estabelecimento os objetos que seriam subtraídos. O material foi apresentado na Delegacia Seccional, e os produtos foram restituídos ao representante da imobiliária responsável pelo imóvel. Quanto ao acusado de furtar a moto, este foi levado para a mesma unidade policial depois de ser surpreendido, na madrugada desta quarta, a seis quarteirões do local de onde teria fugido com o veículo, o qual foi reconhecido pela proprietária. 


Conforme os BOs, os históricos dos presos “demonstram personalidades voltadas para a prática criminosa, já que possuem várias passagens criminais, tratando-se, portanto, de pessoas multirreincidentes”. Os documentos relevam que o homem de 43 anos possui registros por furtos, roubo, ameaças, porte de arma restrita, sequestro e cárcere privado, motim de presos, dentre outros. Já o segundo indivíduo, de 37 anos, este conta com passagens criminais relacionadas aos crimes de tráfico de drogas, roubo, furto e ameaça. O terceiro, 51 anos, possui antecedentes também de tráfico de entorpecente, furto, receptação, estelionato, roubo, dentre outros.


“Nesse cenário, desaconselha-se a manutenção, ao menos por ora, da liberdade dos indigitados, sobretudo face a garantia da ordem pública. É possível concluir que o círculo vicioso de cometimento de crimes graves continua e só será interrompido com o efetivo encarceramento provisório dos agentes, uma vez que qualquer outra medida processual diversa da prisão não irá ter o condão de inibir o autor e acautelar o meio social”, argumenta nos boletins o delegado plantonista.

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