# Governo de SP: sem demissões na CPTM; entenda

> Governo de São Paulo propôs em audiência de conciliação a não demissão de nenhum funcionário da CPTM. Dos 4.648 empregados, 2.171 atuam na Linha 10-Turquesa; os demais serão realocados em outras áreas. A decisão final depende de assembleia marcada para esta tarde.

*Tribuna Livre · Serviços · 05 de agosto de 2026 · Antônio Vilar*

Em audiência de conciliação, governo de SP propõe não demitir nenhum funcionário da CPTM. Dos 4.648 empregados, 2.171 atuam na Linha 10-Turquesa; demais serão realocados. Decisão final sai em assembleia nesta tarde.

## Governo de SP diz que não haverá demissões de funcionários da CPTM

O governo de São Paulo apresentou, em audiência de conciliação na tarde desta quarta-feira (5), a proposta de não demitir nenhum trabalhador da Companhia Paulista de Transporte Metropolitano (CPTM). A reunião envolveu o sindicato da categoria, a estatal e o estado. A garantia de manutenção dos empregos é uma das principais reivindicações dos trabalhadores e um dos motivos da greve que paralisa parcialmente, há dois dias, as linhas 11, 12 e 13.

**Resposta direta:** O governo de São Paulo propôs, em audiência de conciliação nesta quarta-feira (5), não demitir nenhum funcionário da CPTM. Dos 4.648 empregados de junho de 2026, 2.171 trabalham na Linha 10-Turquesa. Os demais serão realocados para Metrô, Artesp e Arsesp. A categoria decide em assembleia se aceita a proposta.

## O que diz o governo sobre as demissões na CPTM

Em comunicado oficial, o governo estadual afirmou que não há, na CPTM, nenhuma demissão em curso decorrente do processo de concessão. A declaração busca rebater a alegação do sindicato, que apontava risco de demissões após a privatização das linhas.

O texto do governo destaca: "Estamos esclarecendo e reforçando as informações de que, ao contrário do que alega o sindicato, não há na CPTM nenhuma demissão em curso decorrente do processo de concessão". A proposta apresentada na audiência é a de não demitir nenhum trabalhador da empresa.

## Os números da proposta: 4.648 funcionários e a Linha 10-Turquesa

Segundo o comunicado do governo estadual, dos 4.648 funcionários empregados em junho de 2026, 2.171 estão trabalhando atualmente na Linha 10-Turquesa. Os demais funcionários serão realocados para outros órgãos, conforme a nota.

- Metrô: um dos destinos dos funcionários realocados
- Artesp: Agência de Transporte do Estado de São Paulo
- Arsesp: Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo

A realocação, segundo o governo, garante a manutenção dos empregos sem interromper a operação das linhas.

## Por que a greve nas linhas 11, 12 e 13?

A manutenção dos empregos é uma das reivindicações da categoria e um dos motivos para a greve que paralisa parcialmente, há dois dias, as linhas 11, 12 e 13 da CPTM. Essas linhas foram concedidas à Trivia Trens em julho.

Logo nos primeiros dias de funcionamento sob o comando da empresa privada, ocorreram diversos problemas técnicos, como o incêndio de uma composição com passageiros. A gravidade da situação fez com que o governo do estado colocasse os funcionários da CPTM de volta na operação das três linhas privatizadas. A intervenção da estatal tem duração de 90 dias.

## O que acontece agora: assembleia decide se aceita a proposta

Os trabalhadores da CPTM fazem assembleia na tarde de hoje para decidir se aceitam a proposta do governo e encerram a greve. A decisão da categoria definirá o futuro da paralisação nas linhas 11, 12 e 13.

Caso a proposta seja aceita, a tendência é a normalização gradual da operação. Se for recusada, a greve continua, e o impasse entre sindicato, CPTM e governo permanece.

## Impacto para o passageiro: o que esperar das linhas 11, 12 e 13

Para quem depende das linhas 11, 12 e 13, a proposta do governo traz um alívio em relação aos empregos, mas a operação ainda depende da assembleia. A intervenção da estatal, que dura 90 dias, segue em vigor.

A realocação dos funcionários para Metrô, Artesp e Arsesp pode afetar a distribuição de equipes, mas o governo garante que não haverá demissões. O passageiro deve acompanhar os comunicados oficiais para saber como ficará a operação nos próximos dias.

## O contexto da concessão e a volta da CPTM

A concessão das linhas 11, 12 e 13 à Trivia Trens ocorreu em julho. A operação privada, no entanto, enfrentou problemas técnicos logo no início, incluindo o incêndio de uma composição com passageiros. Diante da gravidade, o governo estadual acionou a CPTM para retomar a operação das três linhas.

A intervenção da estatal tem prazo de 90 dias. Durante esse período, a CPTM opera as linhas, e o governo negocia com o sindicato para evitar a paralisação total.

## Perguntas Frequentes

### O governo de SP confirmou que não haverá demissões na CPTM?

Sim. Em audiência de conciliação, o governo apresentou a proposta de não demitir nenhum funcionário da CPTM. A proposta ainda depende da aceitação da categoria em assembleia.

### Quantos funcionários da CPTM serão realocados?

Dos 4.648 funcionários de junho de 2026, 2.171 estão na Linha 10-Turquesa. Os demais serão realocados para Metrô, Artesp e Arsesp, conforme o governo.

### Por que as linhas 11, 12 e 13 estão em greve?

A greve é motivada pela reivindicação de manutenção dos empregos, após a concessão das linhas à Trivia Trens. A categoria também protesta contra os problemas técnicos ocorridos na operação privada.

### O que acontece se a categoria rejeitar a proposta?

Se a proposta for rejeitada, a greve continua. A assembleia desta tarde decide se a paralisação será encerrada.

### Qual a duração da intervenção da CPTM nas linhas privatizadas?

A intervenção da estatal tem duração de 90 dias. Durante esse período, a CPTM opera as linhas 11, 12 e 13.

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Fonte (canonical): https://www.tribunalivrepv.com.br/servicos/governo-sp-diz-nao-havera-demissoes-funcionarios-cptm/
