Maranhão recebe mais de 5 mil tubetes de insulina glargina para aplicação pelo SUS
O Maranhão recebeu 5.436 tubetes de insulina glargina e 1.485 canetas reutilizáveis para aplicação pelo SUS. O medicamento, mais moderno, substitui gradualmente a insulina NPH para crianças, adolescentes e idosos com diabetes. Saiba como ter acesso.
Maranhão recebe mais de 5 mil tubetes de insulina glargina para aplicação pelo SUS
O Maranhão recebeu 5.436 tubetes de insulina glargina e 1.485 canetas reutilizáveis para aplicação pelo SUS. O medicamento, mais moderno e de ação prolongada, substitui gradualmente a insulina NPH para crianças, adolescentes e idosos com diabetes. A retirada é feita na Unidade Básica de Saúde (UBS) com receita médica.
Quem tem direito à insulina glargina pelo SUS
O público-alvo da transição são pacientes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e pessoas com 70 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou 2. A insulina glargina é um medicamento mais moderno, de ação prolongada, que na maioria dos casos permite apenas uma aplicação diária, enquanto outros esquemas terapêuticos podem exigir até três aplicações no mesmo período.
Como retirar o medicamento na UBS
Para ter acesso ao medicamento, o cidadão deve procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima de sua residência com a receita médica devidamente emitida e carimbada. Pais, responsáveis ou cuidadores do público elegível também podem solicitar a substituição da insulina NPH pela glargina na unidade de saúde. O paciente e sua família serão acolhidos por uma equipe multiprofissional, que avaliará o quadro clínico e a possibilidade de transição do tratamento.
Além disso, receberão orientações sobre o uso correto da insulina, a técnica de aplicação e o armazenamento adequado do medicamento. Junto ao medicamento, será entregue uma caneta reutilizável para aplicação, com validade de três anos, além das agulhas necessárias para a administração correta.
Benefícios do tratamento para o paciente
O tratamento com esse fármaco contribui para um controle mais estável da glicemia, reduz o risco de episódios de hipoglicemia e favorece a adesão e a continuidade do tratamento, proporcionando mais segurança e qualidade de vida aos pacientes. A insulina glargina é um medicamento mais moderno, de ação prolongada, que permite maior flexibilidade na rotina.
Distribuição nacional e parceria para produção
O Ministério da Saúde já encaminhou, até esta terça-feira (21), cerca de 383 mil tubetes de insulina glargina para todo o Brasil. O Maranhão recebeu um total de 5.436 tubetes do medicamento, além de 1.485 canetas reutilizáveis para aplicação. A previsão é que todos os estados recebam os insumos até o final do mês. A iniciativa de transição é decorrente de uma Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), que viabiliza a produção nacional do medicamento e estoques mais seguros para o SUS.
Transição gradual e segurança assistencial
A transição para o novo tratamento está sendo realizada de forma gradual na atenção primária à saúde em todo o país, garantindo a segurança assistencial. O acesso será feito após avaliação clínica e prescrição médica, sendo o medicamento ofertado nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o país.
Perguntas Frequentes
Quem pode receber a insulina glargina pelo SUS?
Pacientes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e pessoas com 70 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou 2.
O que é necessário para retirar o medicamento?
Basta procurar a UBS mais próxima com receita médica devidamente emitida e carimbada.
A insulina glargina é melhor que a NPH?
Sim, é mais moderna, de ação prolongada, e na maioria dos casos permite apenas uma aplicação diária, reduzindo o risco de hipoglicemia.
Como é feita a aplicação?
Com caneta reutilizável, que tem validade de três anos, e agulhas fornecidas junto ao medicamento.
A transição já está disponível em todo o Brasil?
A previsão é que todos os estados recebam os insumos até o final do mês.
O que fazer se a UBS não tiver o medicamento?
Procure a unidade de saúde mais próxima e solicite orientação sobre a disponibilidade e o processo de transição.